PARABÉNS CABO VERDE!!!!
A 5 de Julho de 1975, Cabo Verde torna-se independente.
Por isso, Cabo Verde e os cabo-verdianos comemoram hoje o 30º aniversário da sua independência.
E o mais brutal é que este ano, vou passar as férias a Cabo Verde com a Jenny. O que me deixa muito alegre e cheio de pica, porque todos os anos há essa hipótesse e tem sido cancelada há 6 anos para cá. Estejam descansados que vou tirar centenas de fotografias, não prometo prendas. Apenas que vou curtir para cara.....!!!!
Muito tem-se falado de Cabo Verde nos últimos tempos, desde uma possível integração na União Europeia (Mário Soares e Adriano Moreira), algo que tenho a certeza que não irá acontecer. Possívelmente uma adesão indirecta. Já se fala que poderá haver petroleo,e muitas coisas mais. Mas para mim e para muitos outros, sem dúvida nenhuma que a grande riqueza de Cabo Verde é o seu povo.
Vou-vos deixar aqui alguns dados sobre Cabo Verde que saíram no DN de hoje.
No 30.º aniversário da sua independência, Cabo Verde recebeu uma prenda do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) o arquipélago deixou de pertencer aos Estados menos desenvolvidos do mundo e entrou no grupo de países de desenvolvimento médio. No relatório de Desenvolvimento Humano de 2004, divulgado este ano, o PNUD revela que Cabo Verde é o mais desenvolvido entre os cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), ocupando o 105º. lugar entre 177 países.O novo patamar significa que o país subiu, no período de um ano, 12 pontos na tabela e ocupa agora a terceira posição na África subsariana. A economia cabo-verdiana, estável, cresce ao ritmo de 6,5% no último ano. De acordo com os dados da delegação do Portugal, o PIB de Cabo Verde cresceu em média 5% nos últimos quatro anos. Estas não são, porém, as únicas conquistas do arquipélago africano. Desde a independência, o país fez progressos na área da educação. Cerca de 95% da população em idade escolar frequenta a escola. A taxa de analfabetismo ficou reduzida de 60%, em 1975, para os actuais 25%. Este indicador foi, aliás, o mais decisivo para as ilhas cabo-verdianas saírem da lista dos países menos desenvolvidos do PNUD.O bom desempenho tem o reverso da medalha o país deixou de ser uma das prioridades da comunidade internacional. Por já não ser "extremamente endividado", já não obedece aos critérios do G8 para que a sua dívida externa (50 milhões por ano) possa ser perdoada . Só que o Governo do arquipélago quer uma recompensa pelo facto de o país ser um aluno bem comportado e adverte que o perdão da sua dívida externa permitiria ao país aplicar essa verba em sectores -chave como a saúde, a educação, o reforço do tecido empresarial ou pobreza.E a pobreza é o maior desafio deste Estado. Mais de 40% da população é pobre, sendo 20% muito pobre. Isto porque a natureza do crescimento económico tem por base sectores com pouco impacto na criação de empregos direccionados para as pessoas mais carenciadas, como é o caso do turismo, da banca, dos transportes ou das comunicações.

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