Rosa and Martin

Como tantos negros no Sul dos EUA, a existência da costureira do Alabama que se tornou ícone da luta contra a segregação parecia condenada ao sofrimento, se tudo não tivesse mudado em 1 de Dezembro de 1955, quando se recusou a ceder lugar num autocarro a um passageiro branco. O seu exemplo provocou uma revolta popular sem precedentes, liderada por um (à época) desconhecido reverendo, Martin Luther King. (Público 26 de Out).
No verão de 2004, li a biografia de Martin e achei extraordinário todo o trabalho que ele desenvolveu e, sem dúvida nenhuma que a acção que Rosa teve nesse dia memorável, e que desencadeou uma greve aos transportes públicos pelos cidadãos negros foi algo que ainda hoje deve ser louvado e tomado como exemplo.
Isto acontecia, quando anos antes, a 10 de Dezembro de 1948, a ONU adopta a Declaração Universal dos Direitos do Homem.
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