Kosovo vs Sérvia
As imagens televisivas são de uma grande utilidade quando revelam cruamente certas verdades: o mundo inteiro pôde assim ver, nas ruas de Pristina, capital do Kosovo recentemente independente, os manifestantes histéricos brandir numa mão a bandeira «nacional» (de facto, o estandarte albanês) e na outra a bandeira norte-americana.
As pessoas lá confessaram que o seu novo estado «independente» é de facto um protectorado americano, instalado no coração da Europa para tornar o continente ainda mais vassalo dos interesses americanos e ao mesmo tempo servir de base da NATO contra a Rússia, nesta zona chave que são os Balcãs, na intersecção de um eixo Oeste-Este - entre a Europa ocidental e a Europa eslava - e um eixo Norte-Sul - entre o continente europeu e o Mediterrâneo (ou seja África e o Próximo-Oriente).
Os EUA, que pretendem agir contra o islamismo, instalam assim, conscientemente, uma base islamista no coração da Europa. No momento em que os motins provocados em certas cidades dinamarquesas por muçulmanos recordam aos ingénuos que duvidavam que a ofensiva islâmica tocasse toda a Europa ocidental (com a cumplicidade activa de certos traidores como o arcebispo de Cantuária, preconizando a introdução da sharia no Direito britânico).
Esta operação americana apoia o processo de limpeza étnica empreendida desde há muito tempo por albaneses contra os sérvios. Esta é apenas uma etapa da islamização da Europa.
Perante isto, deve ser total a mobilização dos europeus ainda lúcidos para mostrar, por todos os meios, a sua solidariedade activa com os seus irmãos sérvios. Estes têm grande necessidade de saber que não estão sós e que o seu combate identitário é o nosso.
A terra do Kosovo é Sérvia. Um dia virá a reconquista desse berço histórico do povo sérvio.
A revolução cultural precede necessariamente a revolução política. Esta é uma ideia muito importante a ter em conta quando falamos de "infiltrar o sistema". Na maior parte das vezes, é através da cultura que conseguimos movimentar-nos dentro de áreas que de outra forma nos seriam vedadas. Também é através dela que mais facilmente conseguiremos atrair pessoas válidas para o nosso movimento e despertar outras para a situação que vivemos e para a necessidade de agir. Um livro, um filme, uma atitude, uma ideia, fazem mais que extensas agendas políticas ou soluções milagrosas.
-Infiltrar os media
Na sociedade actual, extremamente mediatizada, há que tirar partido dos meios de comunicação social, para fazer passar a nossa mensagem. Para além do trabalho no seio do movimento, mas com expressão externa, como são as publicações, páginas de internet, blogs, os fóruns, devemos aproveitar as formas de entrar nos mass media ao nosso alcance. São simples, baratas e eficazes. Na imprensa escrita podemos participar em jornais que aceitem colaborações ou chegar aos mais conhecidos através de cartas ao director. Na internet, podemos comentar notícias ou textos, ou fazer campanhas através de e-mailing. Na televisão e na rádio, devemos aproveitar programas que aceitem participações telefónicas em directo. São apenas alguns exemplos para começar. Lembrem-se disto: a maior parte das portas vão tentar fechar-se, mas há sempre umas que conseguimos abrir.
-Infiltrar a política
O trabalho em partidos e associações é muito importante e não deve ser descurado. No entanto, no sistema viciado em que vivemos, devemos ter presente que estes não conquistarão o poder político a curto prazo. Assim, paralelamente, há várias formas de infiltrar o sistema. Na escola e na universidade, devemos fazer listas para concorrer às associações de estudantes, ou concorrer em listas independentes, fazendo passar algumas ideias. No plano local, devemos promover e integrar movimentos independentes que defendam interesses concretos da comunidade. No plano nacional, podemos aproveitar alturas em que é possível afastarmo-nos na lógica partidária, como referendos ou discussões sobre grandes temas.
-Infiltrar a escola
Para além do trabalho nas associações de estudantes, que referimos atrás, devemos aproveitar os meios dos estabelecimentos de ensino para promover debates e encontros sobre temas e autores do nosso interesse. Tentar formar ou integrar grupos dentro da escola ligados a áreas específicas. Como por exemplo, grupo de artes, teatro, cinema, rádio, jornalismo, etc. Por fim, devemos também alertar professores para determinados assuntos ou matérias e estimular a discussão de ideias nas aulas.
-Infiltrar a comunidade
Devemos participar na vida da sua comunidade, através dos meios proporcionados pelas câmaras municipais, juntas de freguesia e associações locais. Alertar vizinhos para determinados temas e questões do interesse directo da sua terra. São também muito importantes iniciativas de apoio social que podem ser desenvolvidas localmente em pequena escala, mas com grande sucesso e impacto.
-Postura
Devemos afirmar-nos pela diferença e pelo exemplo, caso contrário nunca seremos levados a sério. Não podemos ter uma postura isolacionista, nem de "dono da razão". Isso apenas fará com que os outros se afastem. Através dos meios referidos conseguiremos introduzir pouco a pouco as nossas ideias em sectores-chave da sociedade, estimulando o debate e a reflexão sobre a tragédia que se abate sobre a Europa, motivando várias pessoas a agir.
-Resultados
Não devemos ser guiados pelos grandes resultados a curto prazo. O nosso combate é demorado e por isso temos que ser pacientes. Não podemos dar valor aos megalómanos que anunciam a "marcha sobre Lisboa" para amanhã e a conquista da Europa para a semana. Objectivos sobredimensionados e totalmente fora do nosso alcance servem normalmente para desculpar a ausência de trabalho. Por mais pequenos que pareçam os resultados conseguidos, são uma vitória. Essas pequenas vitórias completarão o nosso percurso à medida que formos avançando. Como diz um antigo ditado japonês: Mais vale dar um passo, por mais pequeno que seja, do que ficar parado.
O caminho faz-se caminhando. E nós sabemos para onde vamos!
O inquérito destaca as procupações dos europeus no que diz respeito à diminuição e extinção de espécies animais e vegetais, de habitats naturais e de ecossistemas. É na Grécia, Portugal e Roménia que os cidadãos se mostram mais preocupados. A sondagem revela igualmente que os europeus se preocupam mais com a diminuição da biodiversidade a nível mundial do que no seu próprio país.



